Poesia em Movimento

Das memórias de Hamid Dabashi, sociólogo iraniano que fez morada em minha mesinha de cabeceira.

     “Nós assistíamos à Copa do Mundo em pequenos e raros aparelhos de televisão, em alguns poucos privilegiados lares e cafés, como cidadãos de um mundo que não era dividido por eixos de poder, mas definido pela criatividade e determinação de um jogador, uma bola e a glória de um gramado à sua frente.

     Um mundo em que a genialidade da engenharia alemã, a superioridade industrial britânica e a arrogância cultural francesa se curvavam humildemente em reverência à superioridade da poesia em movimento brasileira.”

(em “Iran, a People Interrupted”)

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Tem futebol também neste post. Para saber mais sobre o “estado das coisas” no Irã, sugiro ler (e ver!)  A Separação.

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