Da mesinha de cabeceira

          “Uma música de nove minutos e 159 versos torna-se o mais improvável hit radiofônico da história da indústria fonográfica brasileira. Ao narrar a paixão e morte de João de Santo Cristo em ‘Faroeste Caboclo’, saga conhecida da turma da Colina desde o início da década, Renato move montanhas. As rádios que tocam no início da noite as canções mais pedidas pelos ouvintes são obrigadas a tomar decisão drástica: cortam três músicas para acomodar ‘Faroeste’. Quanto faltam dez minutos para as sete da noite, não adianta girar o dial. É impossível desviar de Santo Cristo, Maria Lúcia, Pablo, Jeremias, luzes de Natal, generais de dez estrelas, lote 14, Winchester 22, sangue, perdão. Renato Russo é a voz do Brasil.”

(“Renato Russo, o Filho da Revolução”, de Carlos Marcelo)

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